Proteja os alimentos congelados e aumente os proveitos

É sabido que os hábitos alimentares da sociedade contemporânea têm sofrido alterações, assentes em novos estilos de vida. Os alimentos congelados (vegetais, carne, peixe, refeições pré-confeccionadas, etc) são, por isso, uma alternativa de refeição rápida e prática o que tem conduzido ao aumento do seu consumo nos últimos anos. A par desta tendência, e apesar da perda desconhecida ter decrescido na maioria dos países europeus em relação a 2009 é um facto que, devido ao cenário de recessão económica e de aumento do desemprego, se tem verificado uma migração do furto de produtos de elevado preço para bens de primeira necessidade, entre eles os congelados.

Neste sentido, é necessário que fornecedores e retalhistas implementem medidas eficientes no que se refere à protecção deste segmento de produtos, sob pena de perderem proveitos.

A etiquetagem na origem apresenta-se como o método mais viável de protecção de congelados (ou de outros artigos), pelo que tem vindo a registar aumentos consideráveis na Europa, como um esforço colectivo de minimizar as perdas, reduzir os custos operacionais e melhorar a experiência de compra dos clientes.

Quer se trate de marcas de fornecedores ou de distribuidores, a protecção na origem de congelados permite obter maior e melhor exposição dos produtos, aumentar os pedidos de reposição e evitar as rupturas de stocks com origem no furto, estimular a compra por impulso e conservar a integridade das embalagens e da identificação dos produtos, proporcionando um impacto positivo directo sobre as vendas. Para além disso, abre caminho para a tecnologia RFID, (etiqueta inteligente) e, consequentemente, para a internacionalização das empresas, através da penetração em novos mercados e novas insígnias.

Esta solução proporciona a protecção dos produtos ao longo de toda a cadeia de fornecimento, desde o ponto de fabrico, à distribuição até ao ponto de venda, onde as etiquetas de RF são posteriormente desactivadas. Este procedimento elimina a necessidade dos empregados despenderem tempo na colocação de etiquetas e na sua remoção no ponto de venda, pelo que se trata de um elemento diferenciador no sector do retalho, caracterizado pelo crescente aumento de competitividade.

É de salientar que os produtos que chegam às lojas já equipados com sofisticadas etiquetas de RF beneficiam de enormes vantagens ao nível do preço e do tempo. Discretas e potentes, as etiquetas RF de protecção na origem conferem uma segurança máxima ao segmento de produtos congelados. 

As etiquetas RF EAS destinadas aos congelados têm de cumprir directivas europeias exigentes no que toca a embalagens alimentares. As etiquetas de frio da Checkpoint foram as primeiras a serem certificadas para utilização em contacto directo com alimentos frescos e que podem ser incorporadas logo na face de embalamento. O novo circuito patenteado é fabricado inteiramente a partir de materiais aptos para uso alimentar e é resistente à absorção da humidade.

Fabricada sob exigentes processos de controlo de qualidade, as etiquetas de frio são certificadas pela TUV para utilização em micro-ondas, um novo standard mundial. O circuito funciona em temperaturas até – 18ºC e é aplicável em produtos armazenados em ambientes frescos e gelados.

O circuito RF das etiquetas de frio pode tornar-se invisível, estando integrado na embalagem, sendo praticamente à prova de violação, sem comprometer o embalamento do produto.

A etiquetagem na origem assegura que a apresentação do produto não é alterada, uma vez que a etiqueta pode ser aplicada na embalagem ou integrada na etiqueta de identificação. Esta é assim uma solução de segurança discreta que permite aos retalhistas disponibilizar os congelados em livre-serviço, permitindo um maior acesso aos clientes e potenciando a compra.

In Jornal Hipersuper, Iván Baquero, director comercial da Ibéria da Checkpoint Systems